terça-feira, 21 de outubro de 2014

Sinal
















São as tuas mãos, refrescos em flor
pedaços ínfimos de tiras de luz,
São milagres perpétuos de prosas de amor
Tumultuadas, em juras pelo sinal da cruz.

Cruzadas, ou abertas, são como velas 
rasgadas num denso nevoeiro
São tuas mãos o meu conforto….a paz…
Afogadas na ancora de um barqueiro
Procurando estável, a brisa do vento audaz.

No oculto perpétuo silêncio dos vales.
dominam sozinhas as migratórias aves,
exercitando as asas em batente desalinho.
Quebrando a dor, a coragem, e o medo alem dos mares
numa saudade desaguada na areia da praia
e eu abandonado pelo meu caminho.





Escrito por Henrique Rocha Almeida
21 de Outubro de 2014

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