sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Na palma da mão....


Não...não estou ausente. 
Apenas adormeci um pouco no tempo, procurei a paz que me incentiva a acordar de novo, como que a nascer uma vez mais. 
Não...não estou triste com a vida nem contigo...apenas distante. 
Por vezes temos de abrandar e aprender a ver a vida, e a viver, com os olhos de outras pessoas, (outras vidas, outras ilusões...outras vontades), para tentarmos descobrir as palavras más que nos escondem para não nos magoar. 
Gosto da verdade pura e dura, crua e cruel. 
Só ela me faz crescer a cada dia procurando, através do teu olhar, descobrir um novo rumo à minha presença neste mundo. Acredita que prefiro que me enfureças com a razão que acredito ter, mas que não tenho... que me incites à luta quando penso ter a batalha ganha.... que me acordes para a vida quando a esperança está perdida... 
Prefiro que me destruas o reino em que habito para que em cada muralha destruída eu possa erguer de novo um castelo. 
Não...não procures esconder os meus sonhos e os meus desejos no pó na palma da minha mão quando caído por terra...tento e procuro me erguer uma vez mais.

Escrito por:
Henrique Almeida

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